7 MITOS E VERDADES SOBRE O BEBÊ NO INVERNO

7 MITOS E VERDADES SOBRE O BEBÊ NO INVERNO

7 MITOS E VERDADES SOBRE O BEBÊ NO INVERNO

 

Confira se você sabe tudo sobre os cuidados com os pequenos na temporada para que ele chegue quentinho à primavera

A mudança de temperatura também exige uma série de adaptações na rotina para que seu pequeno possa se acostumar ao friozinho.

No entanto, nem tudo o que você já ouviu sobre os bebês e o inverno é realmente verdade, e, para evitar cair nos mitos dessa temporada, tente adivinhar e descubra quais atitudes são as melhores para o seu filho no inverno.

A Alô Bebê preparou algumas dicas.

Confira:

 

 

DEVO VERIFICAR MÃOS E PÉS PARA SABER SE O PEQUENO SENTE FRIO

 

Parcialmente verdade.

Saber se o bebê está quentinho o suficiente ou está passando frio é uma das principais preocupações da mamãe na estação.

Para isso, além de conferir as extremidades do seu pequeno, que naturalmente são um pouco mais geladas que o resto do corpo (mas atenção: só um pouco!), é aconselhável tocar no tronco e no abdômen da criança.

Se essa região estiver gelada, o pequeno está com frio.

Fique atenta, ainda, à aparência do bebê para conseguir descobrir essa informação: bebês que estão com frio ficam mais irritados e mais pálidos que o normal.

Na dúvida, use o bom o velho termômetro: temperaturas abaixo de 35,5° Celsius são preocupantes!

 

 

O BEBÊ NO INVERNO PRECISA USAR BASTANTE ROUPA

 

Mito.

A partir do primeiro mês de vida, os bebês já são capazes de regular a temperatura do próprio corpo.

Isso quer dizer que, após esse período, a sensação térmica para eles e para os adultos é muito similar e, se você não está vestindo diversos agasalhos, o seu bebê também não precisará de tanta proteção.

Via de regra, uma camada a mais de roupa em relação aos pais é suficiente para deixar o seu filho bem aquecido…

Mas é aconselhável prestar atenção aos sinais de frio no pequeno.

Procure vestir a criança em camadas, da mais fina para a mais grossa (um body, depois um macacão de manga longa, um moletom e, por último, uma jaqueta, se necessário) para que você possa ir adaptando as roupas à temperatura do ambiente.

O excesso de vestimentas pode causar hipertermia, ou seja, o aumento da temperatura corporal, deixando o pequeno desidratado.

 

 

O BEBÊ NÃO PRECISA TOMAR BANHO MAIS QUENTE

 

Verdade.

A temperatura da água deve estar entre 36 e 37° Celsius em qualquer estação do ano pois a pele do pequeno é extremamente delicada.

Você também não precisa aumentar a frequência dos banhos do bebê, pois, ao tirar as roupinhas, ele ficará exposto às baixas temperaturas.

Sequer é preciso banhar o seu filho todos os dias: no inverno, você pode higienizar com algodão e água morna as partes do corpo que ficam mais sujas e suadas, como a região genital, o rosto, o pescoço, os pés e as mãos, enquanto estiver fazendo a troca de fraldas.

De preferência, o que deve estar mais aquecido são os ambientes que o bebê terá acesso enquanto estiver sem as roupas adequadas para o frio, como o banheiro e o quarto.

 

 

NÃO DEVO USAR AQUECEDOR PARA AQUECER O QUARTO

 

Mito.

É fato que o uso de aparelhos como aquecedores no inverno (e ar condicionado no verão) diminuem a qualidade do ar, deixando-o muito seco e prejudicando a respiração, mas o aquecedor não está proibido.

A melhor saída é combinar o aparelho com uma forma de umidificar o ar.

Para isso, deixe uma bacia de água ou uma toalha úmida no quarto, mas longe do alcance da criança, enquanto o aquecedor permanecer em funcionamento.

Se preferir, adquira um umidificador de ambiente, mas não o use por tempo prolongado, pois podem surgir fungos se o ar ficar úmido demais.

É fundamental manter o filtro de todos os equipamentos devidamente limpo.

 

 

PRECISO COLOCAR COBERTORES NO BERÇO

 

Mito.

O uso de cobertor, edredom e manta sem supervisão de um responsável é proibido mesmo nos dias frio de inverno devido ao altíssimo risco de sufocamento.

A melhor forma de colocar o seu bebê para dormir confortavelmente e aquecido é usar a tática das camadas de roupa, vestindo o body, um pagão e o pijama na hora de ir para o berço.

Outra opção, que ainda não é muito comum no Brasil, é usar um saco de dormir bem quentinho.

Essa peça parece um saco mesmo, pois a parte inferior é totalmente fechada, enquanto que a superior possui alças para encaixar na criança para que ele não seja capaz de removê-la sozinho.

Se o bebê passar o dia no carrinho de bebê, procure deixa-lo quentinho e confortável, mas sem exageros.

7 MITOS E VERDADES SOBRE O BEBÊ NO INVERNO

7 MITOS E VERDADES SOBRE O BEBÊ NO INVERNO

 

BEBÊS FICAM DOENTES NO INVERNO

 

Verdade.

As doenças mais comuns que acometem os pequenos nessa época do ano são:

  • as alergias,
  • o resfriado,
  • a gripe
  • e as “ites” (amidalite, faringite, laringite, sinusite).

Além dessas, problemas de saúde grave podem acontecer, como a pneumonia e a meningite viral.

A maioria dessas doenças é frequente no inverno pois estão associadas aos vírus.

Eles circulam com mais facilidade em locais com muita gente e pouco arejados. Pois você com certeza mantém as janelas bem fechadas para evitar o frio.

Para evitá-las, é essencial não ficar em locais fechados com aglomeração de pessoas e realizar a higiene das mãos com mais frequência.

Também é recomendável deixar o seu pequeno longe de familiares ou colegas doentes.

Se o seu filho adoecer, ele não deve frequentar a escolinha até a total recuperação.

 

 

A PELE DO MEU FILHO PODE FICAR RESSECADA

 

Verdade.

Como a pele do bebê é muito fina e sensível, as baixas temperaturas, os ventos gelados e os hábitos de inverno podem causar o ressecamento.

As áreas mais atingidas são as bochechas e as pernas, que chegam a ficar vermelhas, com aspecto craquelado e textura áspera.

Na maioria das vezes, o problema é apenas estético, mas pode haver lesões que permitem a entrada de micro-organismos nocivos.

Para evitar o ressecamento, acabe com os banhos muito quentes e demorados e capriche na hidratação, tanto na pele do seu bebê, com cremes após o banho, quanto na amamentação ou ingestão de líquidos para os pequenos acima de seis meses de idade.

(Este é um post patrocinado cedido gentilmente pela Alô Bebê)

 

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