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Câncer do Colo de Útero – Câncer Cervical

Demonstrativo de Câncer do Colo de Útero

Demonstrativo de Câncer do Colo de Útero

 

O Câncer do Colo de Útero é apenas mais um dos muitos que podem atrapalhar a vida das mulheres.

Apesar disso, é uma modalidade da doença que demora bastante para se desenvolver e as células malignas podem ser detectadas com o exame preventivo.

Por esse motivo ressaltamos a importância da visita ao ginecologista, pelo menos um vez por ano ou a cada seis meses, no caso das mulheres com idade mais avançada.

Não existe idade certa para começar com os exames preventivos, mas recomenda-se que as visitas passem a ser periódicas a partir do momento que a mulher começa a desenvolver uma vida sexual.

Não importa a quantidade de parceiros, podem ser vários ou um só: a prevenção deve ser igual para todas elas.

Querendo ou não, a relação sexual é uma atividade invasiva, que pode trazer voluntária ou involuntariamente, uma série de riscos tanto para o homem quanto para a mulher, quando feita sem proteção.

O colo do útero fica no final da vagina; quando o ginecologista faz o exame do papanicolaou é para verificar a saúde tanto das paredes da vagina quanto do colo do útero.

É como se fosse uma entrada, e é uma zona mais frágil a doenças, porque fica entre os órgãos internos e externos, ou seja, fica mais exposto a doenças.

 

 

Incidência de Câncer do Colo de Útero

 

É o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres e por ano, são dez mil novos casos só aqui no Brasil.

Outro número grande e assustador é o de mortes anuais por causa da doença: são quatro mil mulheres, vítimas da doença, que perdem a vida muitas vezes por falta de prevenção ou tratamento.

 

 

Sintomas do Câncer do Colo de Útero

 

Os sintomas principais da enfermidade, quando ela já está em um estágio considerável, são o sangramento vaginal durante as relações sexuais, corrimento com odor forte e dor.

Lembrando que não necessariamente ter esses sintomas indica o câncer, e este é outro motivo para não hesitar em consultar um médico o quanto antes.

 

 

Causas do Câncer do Colo de Útero

 

O papilomavírus ou HPV é o principal responsável pela incidência de câncer no colo do útero.

Esse vírus causa uma infecção e pode servir como oportunidade para as células malignas evoluírem.

O contato com superfícies contaminadas como vasos sanitários e roupas íntimas pode favorecer a invasão do vírus ao corpo.

Além do HPV, outros fatores de risco podem ser classificados como o início precoce da atividade sexual, grande quantidade de parceiros, higiene íntima precária, tabagismo e até imunidade baixa.

 

 

Outras informações

 

Câncer do colo de útero

Câncer do Colo de Útero

 

Especialistas afirmam que se todas as mulheres no mundo se submetessem aos exames preventivos, o Câncer do Colo de Útero não existira, ou seja, ela seria erradicada.

A modalidade afeta principalmente mulheres com mais de vinte e cinco anos.

O papilomavírus não afeta somente as mulheres: nos homens, ele pode ser o culpado pelo desenvolvimento do câncer de pênis.

Por isso, homens, fiquem ligados quanto aos riscos também; vocês não estão imunes.

O câncer de colo do útero demora anos antes de se tornar maligno – fase em que as células podem cair na corrente sanguínea e causar metástases.

Essa fase anterior à maligna é chamada de Neoplasia Intraepitelial Cervical ou NIC, divida em quatro graus diferentes, relativos à gravidade do quadro.

Este tipo de câncer também pode ser chamado de “câncer cervical“.

Existem dados que mostram a redução da incidência do câncer no Brasil, mas ainda está presente na lista de doenças que mais matam as mulheres.

Apesar disso, 44% dos casos que são diagnosticados mostram a fase pré-maligna, ou seja, quase todos os casos são curados e as mulheres podem continuar suas vidas normalmente.

Sobre os sintomas: no começo, como já dissemos lá no início do texto, o câncer cervical não tem sintomas, mas quando os estágios vão avançando, começam a aparecer o sangramento vaginal, o corrimento com mau cheiro e cor escura e até dor.

Quanto mais adiantada a doença, pior os sintomas ficam e outros podem aparecer, como massas perceptíveis no colo, hemorragias, obstrução das vias intestinais e urinárias, dores na lombar e mesmo abdominais e perda de peso, além da perda de apetite.

 

 

Recomendações úteis

 

Agora já está disponível a vacina contra o HPV e não existe idade mínima para que as meninas a recebam.

Os médicos recomendam que seja ministrada aos nove anos.

Existem muitas divergências religiosas a respeito dessa vacina, porém não custa lembrar que ela tem o absoluto e único propósito de proteger as meninas e evitar que pelo menos essas enfermidades as atinjam.

Para as mulheres adultas, já ressaltamos mais de uma vez a importância dos exames preventivos.

Além de manter um bom histórico da sua saúde ginecológica, os exames encontram ainda nos estágios iniciais qualquer enfermidade relacionada à essa área do corpo.

Podem salvar vidas.

Apesar de ser rara, a transmissão do HPV através de roupas íntimas e superfícies contaminadas, como vasos sanitários públicos, por exemplo, hábitos simples podem evitar a transmissão: não empreste nem pegue emprestado roupas íntimas, nem biquínis e maiôs das amigas.

Não se sente em vasos sanitários que você desconhece a periodicidade de limpeza e cuidado com a higiene de suas roupas e lingeries.

Não esqueça de usar preservativo sempre que tiver relações sexuais, principalmente quando houver uma diversidade de parceiros. Mesmo as pessoas que têm parceiros fixos, é sempre bom prevenir.

O HPV não é a única doença sexualmente transmissível, e ainda existe o risco de gravidez indesejada.

Lembre-se que as doenças venéreas não costumam ter um grupo social específico para se manifestarem, então qualquer pessoa pode estar contaminada – mesmo que não apresente sintomas.

A prevenção é a chave, não subestime o poder da consulta periódica ao ginecologista, use camisinha e cuidado com o HPV.

Só assim para se manter livre do câncer de colo do útero.

Alguns alimentos, quando consumidos com devida regularidade, previnem este e outros tipos de câncer, enquanto que outros podem acelerar o desenvolvimento de células cancerígenas.

Além da prevenção, determinados alimentos, auxiliam até mesmo no tratamento aumentando exponencialmente a possibilidade de cura, comprovando que a alimentação saudável é o principal recurso que possuímos para prevenir e curar doenças.

Já passei por uma quimioterapia e senti os efeitos nocivos que esse tipo de tratamento causa no organismo e os prejuízos psicológicos.

A alimentação adequada que me foi indicada neste guia prático de cura de câncer, sem sombras de dúvidas, manteve minha imunidade sempre alta, favorecendo a continuidade do tratamento evitando interrupções e propiciando o sucesso do tratamento.

Se deseja conhecer o protocolo Click Aqui! 

 

 

 

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